A Verdade e o Processo Judiciário

  • Brasilino Santos Ramos Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região
Palavras-chave: Processo judiciário, Pós-positivismo, Prova, Verdade substancial, Utopia

Resumo

O alcance da denominada “verdade real” por meio das provas produzidas no curso do processo judiciário é tarefa utópica, pois a tentativa de reconstrução dos fatos se dá no campo do subjetivismo humano, sofrendo a influência do tempo, acontecimentos e circunstâncias. Assim alcançar-se-á não a desejada verdade absoluta, mas apenas a parcial, aproximada, consensual, fruto da colaboração crítica dos envolvidos, factível, ou seja, verossimilhança ou probabilidade.

Biografia do Autor

Brasilino Santos Ramos, Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região

Desembargador do Trabalho (TRT da 10 ª Região), Professor de Direito Processual do Trabalho (UniCEUB-DF), Especialista em Direito do Trabalho (UniCEUB-DF), Mestre em Direito do Trabalho (PUC-MG), Doutorando em Ciências Jurídicas (Universidade Autônoma de Lisboa-PT) e membro da Academia Brasiliense de Direito do Trabalho – ABRADT.

Publicado
2017-06-22
Como Citar
Ramos, B. (2017). A Verdade e o Processo Judiciário. Revista Do Tribunal Regional Do Trabalho Da 10ª Região, 21(1), 51-56. Recuperado de https://revista.trt10.jus.br:443/index.php/revista10/article/view/129